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Japão, Alemanha, Itália, Uruguai e Inglaterra: o que esses países têm em comum? O território dessas nações é menor do que a área com plantio de soja no Brasil. São mais de 391 mil quilômetros quadrados de lavouras, que geram uma produção riquíssima, estimada em R$ 342 bilhões para as propriedades rurais, segundo o Instituto Brasileiro

Por Isabela Rivato, bióloga e analista de uso correto e seguro do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), Soraia de Pinho, farmacêutica e analista de assuntos regulatórios do Sindiveg e Fábio Kagi, engenheiro agrônomo e gerente de relações institucionais e regulatório do Sindiveg. O setor agrícola nacional é uma importante atividade

Boas práticas no uso de defensivos agrícolas são essenciais para a proteção das abelhas e ajudam a potencializar não apenas a apicultura e a meliponicultura, mas a própria agricultura, que depende da polinização animal. O tema é abordado no segundo módulo do treinamento gratuito disponibilizado pelo Colmeia Viva, programa do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), entidade que representa, aproximadamente, 40% do setor de defensivos agrícolas e atua há mais de 80 anos em defesa do setor de proteção de cultivos, apoia a submissão à consulta pública pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) da minuta de portaria que

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), em conjunto com outras entidades do agronegócio, apoiou o “Fórum Terraviva Dia Mundial da Alimentação”, realizado em 17 de outubro. Confira a íntegra do evento:

A boa convivência da agricultura e dos defensivos agrícolas com a apicultura e a meliponicultura é possível e, mais do que isso, necessária para garantir o potencial da produção de alimentos e das abelhas. O tema é pauta do primeiro módulo do treinamento gratuito disponibilizado pelo Colmeia Viva, programa do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos

Ele mede até 3 milímetros e vive de 12 a 43 dias, mas é devastador para a produção de frutas cítricas. A presença do inseto Diaphorina citri, nome científico do psilídeo, tem potencial para causar a destruição de pomares inteiros. E a produção brasileira não é pequena: são cerca de 19,3 milhões de toneladas das diversas variedades de

Por Eliane Kay, farmacêutica-bioquímica e diretora executiva do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) O conceito de ESG – sigla em inglês que se refere às responsabilidades ambientais, sociais e de governança – está cada vez mais presente em nossas vidas, no ambiente corporativo e é pré-requisito exigido da agricultura brasileira.

Capacitar os aplicadores de defensivos agrícolas também é uma forma de proteger os polinizadores. Afinal, o uso correto e seguro é um item importante para reduzir a mortalidade de abelhas, evitando o risco de dispersão de produtos para áreas de apicultura. Esse cuidado é muito importante, inclusive, para a eficácia e a alta produtividade dos

José Guilherme Tollstadius Leal é titular da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), desde janeiro de 2019. Engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), soma 30 anos de experiência, tendo desempenhado as funções de auditor fiscal agropecuário, fiscal ambiental, extensionista rural e professor, além de dirigente.

O uso correto e seguro de defensivos agrícolas é um dos pilares estratégicos do plano de trabalho do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), que, desde 2019, vem desenvolvendo e disponibilizando no site sindiveg.org.br/cursos uma plataforma de treinamentos on-line, gratuita e com geração de certificados. O objetivo principal do portal de

A agricultura avança rumo a uma revolução positiva em termos de uso correto e seguro de defensivos agrícolas. Um Decreto, de 2021, passou a exigir que os aplicadores se registrem, obrigatoriamente, em órgãos de agricultura estaduais e do Distrito Federal e só possam atuar na área, a partir de 31 de dezembro de 2026, mediante

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